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Oscar Bolão

BATERIA E PERCUSSÃO

Ritmos brasileiros na bateria e percussão popular

PROGRAMA 1: “A PERCUSSÃO DA MÚSICA DO RIO DE JANEIRO.”

a. Samba:
a1. “A percussão tradicional do samba”:
. pandeiro, surdo, tamborim, cuíca, agogô, reco-reco e frigideira.
a2. “O repique de anel”.
a3. “Pagode: uma nova instrumentação”:
. tantã e repique de mão.
a4. “A percussão das escolas de samba”:
. surdos, caixa, tarol, repique, tamborim e chocalho.
a5. “A bateria no samba”:
. samba, samba cruzado, samba com pedal duplo, partidoalto, samba-canção e bossa-nova: técnica de baquetas e vassourinhas.

b. Choro:
b1. “A acentuação do choro”:
. pandeiro e caixeta.
b2. “A bateria no choro”:
. técnica de baquetas e vassourinhas.

c. Maxixe:
c1. “A percussão das bandas tradicionais”:
. bumbo, caixa e pratos.
. pandeiro.
c2. “A bateria no maxixe”:
. técnica de baquetas e vassourinhas.

d. Marchinha:
d1. “A percussão das bandas tradicionais”:
. bumbo, caixa e pratos.
. pandeiro.
d2. “A bateria na marchinha”:
. técnica de baquetas e vassourinhas.

e. Polca:
e1. “A percussão das bandas tradicionais”:
. bumbo, caixa e pratos.
. pandeiro.
e2. “A bateria na polca”:
. técnica de baquetas e vassourinhas.

f. Valsa brasileira:
f1. “A percussão das bandas tradicionais”:
. bumbo, caixa e pratos.
. pandeiro.
f2. “A bateria na valsa brasileira”:
. técnica de baquetas e vassourinhas.

g. Dobrado:
g1. “A percussão das bandas tradicionais”.
. bumbo, caixa e pratos.
g2. “A bateria no dobrado”.
. técnica de baquetas.

PROGRAMA 2: “A PERCUSSÃO DA MÚSICA DO NORDESTE.”

a. Maracatu:
a1. “A orquestra de percussão dos Maracatus”:
. os bombos: alfaia meião, alfaia marcante e alfaia repique.
. tarol, gonguê e cincerro.
. pandeiro.
a2. “A bateria no maracatu”:
. técnica de baquetas e vassourinhas.
. pedal duplo.

b. Frevo:
b1. “A percussão dos blocos de frevo”:
. bombo, tarol, triângulo e pratos.
. pandeiro.
b2. “A bateria no frevo”:
. técnica de baquetas e vassourinhas.

c. Baião, Xote e Xaxado:
c1. “A percussão dos forrós”:
. zabumba e triângulo.
. pandeiro.
c2. “A bateria no forró”:
. técnica de baquetas e vassourinhas.

SOBRE OSCAR BOLÃO

Iniciou-se profissionalmente em 1974 no conjunto “Coisas Nossas” realizando extensa pesquisa sobre a música brasileira dos anos 20 e 30 e em particular sobre a obra de Noel Rosa. Teve sua formação orientada por Rodolfo Cardoso, Luiz Anunciação e Luciano Perrone, acumulando ao longo de sua carreira uma ecletíssima experiência, trabalhando com artistas tão diversos quanto Marília Batista, Aracy de Almeida, Marlene, Emilinha Borba, Elizeth Cardoso, Miúcha, Ademilde Fonseca, Doris Monteiro, Cristina Buarque, Elza Soares, Zezé Gonzaga, Nara Leão, Teca Calazans, Zélia Duncan, Célia Vaz e ainda Moreira da Silva, Roberto Silva, Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Monarco, Wilson Moreira, Nei Lopes, Nelson Sargento, Jair do Cavaco, Nadinho da Ilha, Elton Medeiros, Wilson das Neves, Braguinha, Lúcio Alves, Walter Alfaiate, Lenine, Luis Melodia, Maurício Tapajós, Eduardo Dussek, Sérgio Ricardo, Paulo Cesar Pinheiro, Sérgio Santos, Jards Macalé e Zé Renato. Na década de 1990 foi contratado pela Rede Globo de Televisão para atuar nos programas “Estados Anísios de Chico City” e “Chico Anísio Show”. Em 2001 e 2002 foi o baterista do grupo de Nei Matogrosso no espetáculo “Batuque”, realizando inúmeras apresentações no Brasil e no exterior.

Ex-integrante da “Orquestra de Música Brasileira”, criada e regida por Roberto Gnattali, da “Camerata Universidade Gama Filho”, dirigida por Paulo Sérgio Santos e da “Orquestra de Cordas Brasileiras”, ganhadora dos Prêmios Sharp de 1991 como melhor disco e melhor grupo e de 1992 como melhor disco, ambos na categoria instrumental, Oscar Bolão participa dos grupos instrumentais, dirigidos pelo saxofonista Carlos Malta, “Coreto Urbano” e “Pife Muderno”. Com este grupo obteve enorme sucesso em apresentações no festival de jazz de New Orleans em fins de abril de 2000, tendo seu CD, inclusive, indicado ao Grammy Latino deste mesmo ano. É baterista da “Orquestra Brasileira de Sapateado”, dirigida por Stella Antunes, da “Pequena Orquestra de Mafuás” e da “Orquestra Pixinguinha”, dirigida por Henrique Cazes e que tem, desde 1988, remontado os arranjos originais do Mestre do Choro. Desta orquestra fizeram parte grandes músicos como Hamilton (trompete); Netinho (clarinete) e mais Formiga (trompete); Bijoux e Macaé (saxes); Ed Maciel (trombone); Andreia Ernst Dias (flauta); Matusalém (tuba); Paulão Sete Cordas; Jayme Vignolli (cavaquinho) e Beto Cazes (percussão). Participa do “Novo Quinteto”, grupo formado nos mesmos moldes do célebre “Quinteto Radamés Gnattali” e que tem se apresentado com arranjos inéditos do maestro. É, também, o baterista da “Banda de Câmara Anacleto de Medeiros”.

Apesar de fortemente ligado aos estilos tradicionais de música brasileira, tem atuado em trabalhos de música contemporânea de autores como Ronaldo Miranda, Ricardo Tacuchian, Tato Taborda e Tim Rescala, que lhe dedicou três peças: “Concerto Para Dois Pandeiros e Cordas”, “Batendo um bolão com Perrone na corte de Radamés” e “Drummer Drama”, para bateria e bateria eletrônica. Em julho de 1990, no Teatro Ouro Verde em Londrina/PR, toca a Sonata para dois pianos e percussão, de Bartók, com Luis Anunciação e as pianistas Alex Sandra Grossi e Maria Elisa Risarto. Em setembro participa da estréia da peça “Wu li”, do compositor Koellreutter, no teatro do IBAM, Rio de Janeiro. Em outubro de 2006 se apresenta na “Mostra Internacional de Música Cênica”, no teatro do SESC-Ipiranga, São Paulo, com um quarteto liderado por Tim Rescala e que contava ainda com Maria Tereza Madeira e Rodolfo Cardoso. É considerado o único seguidor do estilo de bateria brasileira criado por Luciano Perrone, fundamental a muitas obras de Radamés Gnattali. Por esse motivo tem sido convidado a participar de eventos como a primeira audição da Cantata “Operário em construção” e a execução de outras obras de Gnattali como o “Bate papo a três vozes”.

Atuou e atua eventualmente como percussionista convidado da “Orquestra Sinfônica Brasileira”, “Orquestra Petrobras Pró-Música” e “Orquestra Sinfônica Nacional”. Participou como músico e ator da montagem da ópera infanto-juvenil “A Orquestra dos sonhos” de Tim Rescala e da opereta “A noiva do condutor” de Noel Rosa. Já atuou com a “Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo” e em fins de 1998 integrou, como baterista, a orquestra formada para as comemorações dos 190 anos do Banco do Brasil. Regida pelo pianista Nelson Ayres, a orquestra acompanhou artistas como Nana Caymmi, Elba Ramalho, João Bosco, Dominguinhos, Paulinho da Viola, Martinho da Vila e Moraes Moreira. Neste mesmo período, esteve em Porto Alegre participando de um espetáculo em homenagem a Radamés Gnattali. Na oportunidade foi executada a “Suíte Retratos”, sendo solista o bandolinista Joel Nascimento. Em setembro de 2000, com o grupo Pife Muderno e o cantor e compositor Lenine, participa do 7º PercPan, em Salvador/BA. Em novembro foi convidado pelo compositor Francis Hime a integrar a orquestra formada especialmente para a primeira audição da sua “Sinfonia do Rio de Janeiro de São Sebastião”. Em outubro de 2001 participou da gravação do cd patrocinado pelo Ministério da Cultura em comemoração à entrega da “Ordem do Mérito Cultural” com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília. Na oportunidade integrou o naipe de percussão popular com “mestres” do samba como Gordinho, Trambique, Jaguara, Ovídio e Marcos Esguleba. Em novembro de 2003 participou da XV Bienal de Música Brasileira Contemporânea executando peças de Jorge Meletti, Ciclotimia, e Lourdes Saraiva, Gitanjali. Em novembro de 2004, com Carlos Malta e Pife Muderno, participa da série “Um sopro de Brasil” juntamente com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, João do Pife e Marcos do Pífano, ambos da Banda de Pífaros Dois Irmãos. Em outubro de 2005, no Centro Cultural Banco do Brasil, juntamente com Naomi Kumamoto (flauta), Pedro Paes (clarinete), Rui Alvim (clarone), Marcílio Lopes (bandolim), Jayme Vignoli (cavaquinho), Paulo Aragão (violão) e Maurício Carrilho (violão de 7 cordas), toca na série “Viagens musicais” em torno das presenças de Sigismund Neukomm e Darius Milhaud no Brasil. Para a ocasião foi feita uma adaptação do balé Le Bouef sur le Toit, de Milhaud (uma colagem de mais de 20 citações de MPB da Belle-Époque) para uma formação instrumental tipicamente brasileira. Em agosto de 2006 participa da série “Radamés Gnattali – 100 anos”, no Centro Cultural Banco do Brasil, acompanhando o bandolinista Joel Nascimento juntamente com os violonistas Paulo Aragão, Luis Otávio Braga, Luis Flávio Alcofra e o cavaquinista Jaime Vignolli. Em novembro de 2006, com Carlos Malta e o Pife Muderno se apresenta no projeto “Artesania Sonora”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, ao lado de Sebastião Biano, fundador da Banda de Pífanos de Caruaru.

Em sua trajetória profissional, Oscar Bolão tocou com outros grandes instrumentistas como Altamiro Carrilho, Arismar do Espírito Santo, Afonso Machado, Raul de Barros, João Lira, Zé da Velha, Silvério Pontes, Chiquinho do Acordeon, Leandro Braga, Wagner Tizo, Maurício Carrilho, Norato, Hamilton de Holanda, Marcelo Gonçalves, Marco Pereira, Marcílio Lopes, Toninho Ferragutti, Osvaldinho do Acordeon, Pedro Amorim, Yamandu Costa, Cristóvão Bastos, Luciana Rabello, com o grupo de choro Água de Moringa, o quarteto Maogani e com o Quinteto Villa-Lobos.

Integra o quinteto de Tim Rescala juntamente com o saxofonista David Ganc, o violonista Fabio Adour e o contrabaixista Ronaldo Diamante. Compõe, junto com o violonista Caio Márcio, o trio do clarinetista Paulo Sérgio Santos, indicado à primeira edição do “Prêmio Caras de Música” como melhor grupo e melhor cd instrumental – “Gargalhada” – e vencedor do “Prêmio Rival-BR” como melhor grupo instrumental. Tem feito inúmeros concertos com a pianista Maria Tereza Madeira, inclusive o “Samba em três andamentos”, de Radamés Gnattali. Idealizou e co-dirigiu, juntamente com Luis Guimarães de Castro e Alex Araripe, o vídeo-documentário “O samba é meu dom” que narra a trajetória do baterista, cantor e compositor Wilson das Neves.

Em 1994 atuou no espetáculo “Theatro Musical Brasileiro 2 (1915-1945)”, homenagem aos áureos tempos do teatro de revista idealizada por Luís Antônio Martinez Corrêa. Em fins de 2000 participou do musical “Atlântida – o reino da chanchada” que enfocava este período do cinema brasileiro e em setembro de 2002 tocou na montagem do “Theatro Musical Brasileiro 3 (1945-1960)”. Em setembro e outubro de 2005, no Centro Cultural Banco do Brasil, atuou como baterista no espetáculo “Estatuto de gafieira”, que abordava os quase 100 anos da dança de salão no Brasil. Em fevereiro e março de 2007 atua no musical “Sassaricando – e o Rio inventou a marchinha”, de Rosa Maria Araújo e Sérgio Cabral. Dirigido por Cláudio Botelho e com direção musical de Luis Felipe de Lima, era um resumo da história das marchinhas carnavalescas do Rio de Janeiro.

Em janeiro de 2002 participou da série “Frevendo o frevo” quando tocou ao lado de Mestre Duda, Sivuca, Mestre José Menezes, do cantor Claudionor Germano e do músico, cantor, ator e dançarino popular Antonio Nóbrega. Em julho participou do festival “Villa Celimontana Jazz”, em Roma, acompanhando o saxofonista Paulo Moura juntamente com o pianista americano Cliff Korman, o trombonista Radegundis Feitosa e o contrabaixista Iuri Souza. Neste festival atuou, também, no quarteto do músico e compositor Guinga com Paulo Sérgio Santos no clarinete e Lula Galvão no violão e na guitarra. Em fins de agosto deste mesmo ano tocou no Festival de Música de Aarhus, Dinamarca, com a Orquestra Sinfônica local regida pelo maestro brasileiro Silvio Barbato e os cantores Martinho da Vila, Dona Ivone Lara, Jamelão e Eliane Farias. Em novembro tocou na série “A era dos festivais”, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio, quando acompanhou a cantora e atriz Soraya Ravenle, o grupo vocal Equale e os cantores Jair Rodrigues, Marília Medalha, Cynara e Cibele, Zé Renato, Tony Tornado e Eduardo Dussek.

Em março de 2003, com o grupo Pife Muderno, participa do Festival de Jazz de Amien, França. Em janeiro de 2004, naquele mesmo Centro Cultural, participa da homenagem ao centenário de Lamartine Babo em três espetáculos do projeto “Lamartine em revista”, com os já citados Dussek e Soraya e mais Leo Jaime, Sabrina Korgut, Pedro Miranda, Pedro Paulo Malta e Alfredo Del Penho. Em junho participa com o Pife Muderno do “14ème Festival des Fifres de Garonne”, na cidade de Saint Pierre d’Aurillac, França. Nesta mesma ocasião fez workshop no Centro Cultural Macunaíma, em Bordeaux. Em setembro é convidado para o último espetáculo da série “Lupicínio”, homenagem ao grande compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues, quando acompanhou as cantoras Elza Soares e Lucinha Lins.

Em janeiro de 2005 é convidado a tocar na série “Ismael Silva: deixa falar”, no Centro Cultural Banco do Brasil, quando se apresentou ao lado de intérpretes como Elton Medeiros, Cláudio Nucci, Tereza Cristina, Fátima Guedes, Monarco, Cláudio Jorge e Mônica Salmaso. Em abril, com o Pife Muderno, toca e faz workshops na Universidade da Flórida, na cidade de Gainnesville. Em junho, dentro das comemorações do ano do Brasil na França, participa em Lyon, juntamente com Maria Tereza Madeira e Radegundis Feitosa, do festival “Fort en Jazz” com músicos da ARFI (Association a la Recherche d’un Floklore Imaginaire) e da “Fête de la musique – Tambours du monde” com o grupo de percussão francês Baron Samedi. Em julho, com o quinteto Choro Brasil Escandinávia, faz cinco apresentações no Copenhagen Jazz Festival e no Aarhus International Jazz Festival, na Dinamarca. Em setembro, no Rio de Janeiro, participa com o Pife Muderno do “II Festival Latino-Americano de Música Instrumental” ao lado de músicos da Argentina, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Peru e Cuba. Em março de 2006 participa da 24ª edição do “Grenoble Jazz Festival”, na França, com os já citados músicos da ARFI. No dia 21 de julho, com Carlos Malta e o Pife Muderno, toca no Iº Festival Amazonas Jazz, em Manaus. Em setembro, no Rio de Janeiro, juntamente com o contrabaixista Jorge Oscar, participa da série “Encontros Rio-Orleans” com o pianista americano Tom MacDermott e o pianista brasileiro Leandro Braga. No mesmo mês, na cidade de Berlim, atua nos festivais PopKomm e Samba Syndrom com o Pife Muderno e se apresenta na sala Otto Braun do Instituto Ibero-Americano, dentro do projeto Copa da Cultura, com o octeto formado para a audição de Le Boeuf sur le Toit, de Darius Milhaud. Em 20 de fevereiro de 2007 toca com Carlos Malta e o Pife Muderno no “2º Goyaz Festival – Mostra de Música Instrumental”, na cidade de Goiânia. Em julho se apresenta com o trio de Paulo Sérgio Santos no “42 Heineken Jazzaldia”, na cidade de San Sebastian, Espanha. Devido ao seu grande conhecimento da história musical brasileira, fruto de suas pesquisas, tem sido convocado a participar de inúmeros espetáculos biográficos sobre autores e intérpretes da nossa música, tais como: “Dolores”, sobre Dolores Duran; “Começaria tudo outra vez”, sobre Gonzaguinha; “Metralha”, sobre Nelson Gonçalves; “Meu Ary brasileiro”, sobre Ary Barroso; “Rosa”, sobre Noel Rosa; “Somos irmãs”, sobre Linda e Dircinha Batista; “Pixinguinha”, sobre o mestre do choro; “Crioula”, sobre Elza Soares; “Elis – estrela do Brasil”, sobre Elis Regina; “Obrigado, Cartola”, sobre o compositor mangueirense; “Divina Elizeth”, sobre Elizeth Cardoso e “Miranda por Miranda”, sobre Carmen Miranda. Participou, também, de diversos musicais infantis como “Viva o Zé Pereira”, que contava a história do carnaval; “A história da baratinha”, baseado em Braguinha; “Garoto Noel”, sobre a infância de Noel Rosa; “A bossinha-nova”, sobre temas da Bossa-Nova e “A turma do Pererê”, sobre personagens de Ziraldo.

Na área didática, Oscar Bolão é professor de bateria e percussão na Escola Portátil de Música e autor do livro “Batuque é um privilégio”, que trata da percussão nos gêneros de música do Rio de Janeiro. A partir de 1998 dirige as oficinas de percussão popular do 18º, 19º, 20º, 21º, 22º e 23º Festivais de Música de Londrina. Em janeiro de 2000 e 2002 dirige, igualmente, as oficinas de pandeiro e bateria brasileira na 8ª e 10ª Oficinas de Música Popular Brasileira, em Curitiba. Em 13 de outubro de 2002 ministrou clínica de bateria no “Dia da Percussão 2002” promovido pela “Percussive Arts Society do Brasil”, no Centro de Convenções da UNI-CAMP, Campinas, São Paulo. Em dezembro de 2003 dirigiu curso de percussão no Painel Funarte de Bandas de Música em Fortaleza/CE. Em agosto de 2004 realizou oficina de bateria no 1º FIM – Festival Internacional de Música de Belo Horizonte/MG. Em setembro e outubro deste mesmo ano participou do V Canto da Primavera, em Pirenópolis/GO, do Painel Funarte de Bandas de Música, em Morretes/PR e do I Encontro Internacional de Percussão, no Conservatório Dramático Musical “Dr. Carlos de Campos”, em Tatuí/SP, responsável pelos cursos de bateria e percussão popular. Em novembro, a convite da embaixada brasileira no Peru, realiza oficinas na Universidade de Lima. Em dezembro é responsável pelos cursos de percussão e prática de banda no Iº Festival Nacional de Choro na cidade de Mendes/RJ. Em 25 de março de 2006 ministrou master class de bateria brasileira na “École Nationale Supérieure Dante Agostini de Paris”, França. No período entre 10 e 14 de julho foi convidado para o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana onde, além de participar de palestra no Encontro de Musicologia Histórica e Etnomusicologia, foi responsável pelo curso de percussão de banda.

Em abril de 2007, por iniciativa do vereador Eliomar Coelho, foi agraciado com o diploma de Moção pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro por sua contribuição à execução e difusão do Choro, além da sua luta em defesa das nossas tradições culturais.

Entre participações em gravações com músicos e intérpretes como Elizeth Cardoso, Radamés Gnattali, Dorival Caymmi, Nei Matogrosso e outros, destacamse: “Sempre Nazareth” com Maria Tereza Madeira e Pedro Amorim (Kuarup Discos); “Carlos Malta e Pife Muderno” (Rob Digital); “Tudo Coreto” com Carlos Malta e Coreto Urbano (Rádio Mec); “Leva meu samba”, com Elizeth Cardoso e Ataulfo Alves Jr. (Eldorado); “Orquestra Pixinguinha” (Kuarup Discos); “Sempre Anacleto” com a Banda de Câmara Anacleto de Medeiros (Kuarup Discos); “Gargalhada” com Paulo Sérgio Santos (Kuarup Discos); “Volta por cima” com Roberto Silva (Universal); “Primeira Dama”, com Leandro Braga (Carioca Discos); “Desritmificações” com Tim Rescala (Pianíssimo); “Uma canção pelo ar…” com Cida Moreira (Kuarup Discos); “Samba pras crianças”, vários (Biscoito Fino); “Sexteto + 2” com o Sexteto Maurício Carrilho (Acari Records); “Lamartiníadas”, com Alfredo Del-Penho, Pedro Miranda e Pedro Paulo Malta (Deckdisc); “Paru”, com Carlos Malta e Pife Muderno (Delira Musical); “Radamés e o sax”, com Leo Gandelman (Biscoito Fino) e “Radamés Gnattali – 100 anos”, com o Novo Quinteto (Rob Digital); “Sassaricando – e o Rio inventou a marchinha”, vários (Biscoito Fino) e “Pixinguinha Sinfônico Popular”, Orquestra Sinfônica de Recife (SESC Rio-Som).

2015/02/20

 

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